Um time de engenharia, na mão de quem tem a ideia.
A barreira para construir software deixou de ser escrever código. O que sobrou foi tudo o que um time sênior faz em volta dele — e é justamente isso que ninguém entrega para quem está começando.
Missão
Pôr um time de engenharia inteiro na mão de quem tem a ideia e não tem noção de código. Não é ensinar a programar: é entregar como FERRAMENTA o que hoje só existe como experiência — separar o trabalho, revisar antes de aceitar, guardar ponto de retorno, não quebrar o que já funcionava.
Visão
Que a distância entre ter a ideia e vê-la rodando seja de uma tarde — e que quem construiu ENTENDA o que construiu. Software que a pessoa não entende ela não consegue mudar, e software que não muda morre na segunda semana.
Valores
Honestidade antes de encanto. O código é do cliente e nunca sai da máquina dele. A assinatura de IA é dele, e não revendemos acesso. Produto, suporte e cobrança em português, no fuso de quem trabalha aqui — e nada de prometer o que ainda não existe, mesmo quando prometer venderia mais.
Por que existimos
Quem tem uma ideia e nenhuma noção de código já consegue fazer a primeira tela aparecer. Isso é novo, e é enorme. O problema chega na segunda semana: o projeto cresce, um pedido desfaz o anterior, alguma coisa quebra e não há para onde voltar. Não faltou talento — faltou tudo o que um time de engenharia segura sem ninguém perceber.
O Synthor nasceu aí. Ele não escreve o código por você e não vende inteligência artificial: ele é a sala de comando dos agentes que você já assina, rodando na sua máquina. Divide o trabalho para eles não se atropelarem, mostra o que mudou antes de qualquer coisa ser aceita, guarda ponto de retorno a cada passo — e cabe no celular, para você acompanhar de onde estiver.
Somos parte da Synthor, que já constrói IA aplicada a operação de empresa no Brasil. Esta é a nossa aposta de que a próxima onda não é vender mais um software: é dar a quem tem a ideia as mesmas ferramentas que hoje só existem dentro de um time sênior.
No que a gente não abre mão
O código é seu, e nunca saiu da sua máquina.
Não há exportação a pedir nem autorização a esperar: os arquivos nascem no seu computador e ficam lá. Se você parar de pagar, o programa para — o seu projeto, não. Ferramenta que retém cliente pelo medo de perder o trabalho não merece o cliente.
A inteligência artificial é sua.
Você usa a assinatura que já tem — Claude Code, Codex, Cursor, Grok, OpenCode — autenticada por você, na sua máquina. Não revendemos acesso, não cobramos por token e nunca vemos a sua credencial. Vendemos a sala de comando, não a IA.
O que trava não é escrever código.
É o resto: dividir o trabalho para dois agentes não desfazerem um o do outro, olhar o que mudou antes de aceitar, ter para onde voltar quando der errado. Um time sênior faz isso sem pensar. Quem está começando não sabe nem que existe — então a gente entrega isso pronto, como ferramenta.
IA erra, e a gente diz isso.
Nada sai perfeito da primeira conversa, nem aqui nem em lugar nenhum. Por isso nada entra sem você ver: o que mudou aparece antes de qualquer coisa ser aceita, e aceitar é sempre um ato seu.
Vamos começar?
Sete dias grátis, sem cartão. O programa roda na sua máquina e usa a assinatura de IA que já é sua — a gente não revende acesso e não vê a sua credencial.